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Meu Universo Não Há de Ser Igual ao Seu


let's end on this

cansada de me podar, de ter que avisar que horas vou chegar, se já estou indo, de ouvir as mesmas reclamações, de ver reprises de problemas, de medir as palavras, de acatar os erros, de engolir a sabedoria alheia, de ter medo de andar na rua, de ter que se educada, de dizer sim, de ser ombro/ouvido, de ser conselheira, de ser desvalorizada, de ter medo de mim mesma.

...

cansada dessa vida réa de merda. 



Escrito por audrey às 05h02 PM
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sim, tenho planos B, C e D.



Escrito por audrey às 01h29 PM
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eis uma feia.

sou feia. e tá tudo bem. me propus a descobrir beleza na feiúra. não sou fotogênica, não tenho super curvas, tenho barriguinha, sou do tipo mignon, me faltam dois dentes. e assim sou. nunca fui modelo de beleza, ne quando criança. sempre tive cabelo enrolado, alvo de chacota e incômodo alheio. nariz de tomate, fala pouca, mas sou eu. pronto. meu andar é bruto, quase nada feminino, é rápido, como se fugisse do mundo e das pessoas. e decidi me sentir bem assim, como sou.

não me falta beleza de todo. gosto da cor dos meus olhos e como eles se clareiam com a luz. gosto do meu cérebro e dos meus pensamentos (quando não são auto-destrutíveis). gosto da minha rasa criatividade. gosto do fato de ter amigos e de eles me entenderem assim. 

a verdadeira aceitação vem no dia em que você não se importa em ser eternamente solteira ou não ser rodeada de caras ou não ser popular ou não ser atraente ou não ser obrigatoriamente feliz com todo mundo o tempo todo. aceitar-e como sou é o primeiro passo para que eu seja menos crítica e pare de reparar se os outros reparam em mim. o pouso de olhares deve ser natural, e não incômodo. afinal, não sou nenhuma aberração. apenas feia. e feio todo mundo é, seja em atitudes, em palavras, em pensamentos.



Escrito por audrey às 01h28 PM
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me descobri impulsiva.

desisti da viagem ao Peru por duas vezes. até posso considerar como impulsiva minha atitude de abandonar o jornalismo de vez e seguir por outro caminho profissional, totalmente diferente.

e isso me faz pensar: será que eu não tentei o suficiente? será que eu não pesei as possibilidades com o devido cuidado? será que os primeiros (nem sempre foram os primeiros) obstáculos me fizeram desistir tão depressa? será que eu deveria pensar mais? mais do que eu já penso?

impulsividade é antônimo de perseverança?



Escrito por audrey às 05h59 PM
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minha ansiedade não se limita a coisas pequenas, diárias. também se manifesta nas possibilidades que a vida me apresenta para que eu seja melhor e mais feliz.

no momento, estou ansiosa por duas coisas. duas que se transformam em três. um: viagem ao Peru. preciso saber quanto devo gastar com alimentação, compras e passeios para ter a certeza de que vou, já que a promoção da TAM tá muito convidativa. dois: tatuagem. estou esperando o orçamento pra saber se o dinheiro que eu separei vai dar. três: caso a viagem para o Peru não dê certo, as férias serão no RJ e em SP.

agora, o processo de sedimentação da ansiedade: quero me antecipar às coisas ao máximo e não posso pq dependo de respostas, de respostas dos outros, de respostas que estão fora do meu alcance pq vêm dos outros. entro num ciclo de espera. a espera só me faz formatar cada vez mais os meus próximos passos, que não avançam. e esses próximos passos mudam a cada instante em consequência dos "ses" de cada um desses passos.

a questão é não pensar muito nessas coisas, senão o nível de ansiedade sobe e não me concentro no resto da minha vida. está sendo mais fácil que difícil. graças.



Escrito por audrey às 04h16 PM
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